quinta-feira, 28 de junho de 2012

Simbiose

1203702409_fPara voce entender  ou se entender melhor...

A gente costuma escutar falar de simbiose quando trata da relação mãe-bebe. Nesse momento da vida de uma criança, a simbiose é necessária pra que ela se caracterize como sujeito. A mãe faz pelo bebe, sem que nem ele mesmo saiba o que quer ou precisa, tudo que é necessário no começo de sua vida, pra que, aos poucos, ele vá aprendendo a desejar, se tornar um sujeito desejante.
Só que a simbiose não esta somente presente nesse momento de nossas vidas. Por vezes se prolonga por mais tempo que o ideal e necessário. E por vezes nunca acontece. Nos casos em que se prolonga, podemos ver aquelas relações de mães e filhos no qual um não faz algo sem pensar no outro. A mãe esquece que tem marido, coloca sempre o filho em primeiro lugar de tudo, inclusive de si mesma. Em consequencia, o filho se torna tão dependente que não aprende a fazer nada por si, e para tudo se espelha e apoia na figura da mãe, e acaba tendo grandes consequencias no seu desenvolvimento e amadurecimento, principalmente na fase adulta. Em outros casos, na falta de uma simbiose inicial, fica a dificuldade de se tornar sujeito, de se caracterizar como um ser desejante, e fica evidente uma falta que existe em todos, mas se torna muito mais dificil sem o desejo inicial.
E depois que o sujeito chega na fase adulta? Em sua maioria, os dependentes continuam dependentes, principalmente hoje em que não é vergonha depender da mãe em qualquer idade. Ou mora com os pais infinitamente, mesmo quando já tem renda própria, relacionamento íntimo, carro e idade pra dar conta de si mesmo. Ou sai da casa dos pais, mas leva a ligação, mantendo a mãe para cuidar de sua casa, de suas roupas ou de sua marmita para o trabalho. Quando isso não é possível, cria-se uma nova simbiosa. A pessoa busca um alguém para substituir a mãe na relação. Esta a namorada, ou namorado entra para respirar o mesmo ar, pra estabalecer o mesmo tipo de relação que a anterior.

Alguém consegue perceber como tudo isso é perturbador? Não parece uma doença essa dependência?
Dentro da relação simbiotica não existe um. São dois meios que fazem um, o que causa, no mínimo, alguns incomôdos. Sim, porque a relação sombiotica não é só alegria. Não há espaço pra respirar outro ar que não seja o mesmo. O diferente se torna um problema gigantesco, com proporções muito maiores do que o normal. Por isso nossos novos adultos sofrem tanto. Porque é uma geração fruto de muitas relações simbióticas. Viemos da geração pós orgulho feminista, ou seja, as mulheres largaram suas familias pra trabalhar e defender os direitos iguais, e muitas perceberam o quanto era bom ser so mãe. Essas, agarraram com unhas e dentes seus filhos, que hoje sofrem para ser adulto. E daqui só piora, porque com a desculpa dos perigos que av vida cada vez mais oferece, mais mães agarram suas crias com toda força em seus ventres. E mais simbioticos se tornam, e mais dificil fica se tornar sujeito desejante e, consequentemente, adulto.
Winnicot já dizia: boa mãe é a mae que falta. É necessário que a criança erre para aprender a aceitar. É preciso que a criança caia a primeira vez para que aprenda a se levantar. Se a mãe está sempre presente e não permite a falha, como essa criança vai aprender a se sustentar em sua próprias pernas? Se a mãe falha em falhar, o filho sofrerá sim grandes consequencias no seu desenvolvimento.

Into the wild. Este filme que tanto me chocou, e já mencionei em algum post anterior deste mês, mostra como uma pessoa precisa estar sozinha para aprender a ser humano. É sozinho que aprendemos as grandes coisas da vida. Quando vamos arranjar uma namoradinha, estamos a sós com ela. Quando vamos arranjar o primeiro emprego, a entrevista é só como chefe. Quando casamos, é só você e a esposa/marido no altar. É independente de simbioses que crescemos e desenvolvemos. Se passamos a vida substituindo nossas relações simbióticas, sofreremos por demais da conta. E quem passa por isso sabe bem do que estou falando.
O filme é o oposto ao exagero. Ele queria tanto ficar sozinho que exagerou na dose de sua solidão. E uso este exemplo porque nenhum dos extremos é bom. Estar sempre só e sem nenhuma necessidade de relacionamento também é doente, também causa danos irreversíveis ao sujeito. Mas em muitos momentos de nossas vidas, precisamos estar sozinhos, para aprender a caminhar com nossas próprias pernas, nos tornarmos UNO, para dai escolher quem caminhará ao nosso lado.
Todos devemos ser Unos e não Meios.

Por Aline Sieiro em 27/02/2008 00:12  (http://www.alinesieiro.com.br/2008/02/27/simbiose/)


terça-feira, 17 de abril de 2012

PROSSIGA SEMPRE COM SENHOR JESUS


Por mais que lhe falem da tristeza
Prossiga sorrindo
Por mais que lhe demonstrem rancor
Prossiga perdoando
Por mais que lhe tragam decepções
Prossiga confiando
Por mais que o ameacem de fracasso
Prossiga apostando na vitória
Por mais que lhe apontem erros
Prossiga com os seus acertos
Por mais que discursem sobre a ingratidão
Prossiga ajudando
Por mais que noticiem a miséria
Prossiga crendo na prosperidade
Por mais que lhe mostrem destruições
Prossiga na construção
Por mais que lhe acenem doenças
Prossiga vibrando saúde
Por mais que exibam ignorância

Prossiga exercitando sua inteligência
Por mais que o assustem com a velhice
Prossiga sentindo-se jovem
Por mais que plantem o mal
Prossiga semeando o bem
Por mais que lhe contem mentiras
Prossiga na sua verdade
Por mais difícil que lhe pareçam essas tarefas
Prossiga acreditando na capacidade que Deus lhe deu p/ cumpri-lás
PROSSIGA OLHANDO PARA.SENHOR JESUS, pois voce conquistara o que deseja teu coração.AMEM
Igreja Batista Lighthouse

quinta-feira, 28 de julho de 2011

"O SEU PENSAMENTO DETERMINA AS SUAS AÇÕES E REAÇÕES"


Como será que você está pensando? Alguma vez já parou pra pensar nisso? Será que seus pensamentos estão ajudando ou atrapalhando você? Alguns estudos metafísicos apontam que dos aproximadamente 25.000 pensamentos diários, 90% deles são negativos. E o que são pensamentos negativos? São justamente aqueles que não nos trazem nenhum benefício, muito pelo contrário, nos prejudicam. É o que chamamos na psicologia de pensamentos disfuncionais ou desadaptativos.

Mas é fácil dominarmos esses pensamentos? Não; afinal, muitos destes pensamentos são automáticos e repetitivos; e, sendo eles verdadeiros ou não, é difícil embarreirá-los.

Por exemplo, se você não fecha a venda com um cliente importante, que alega que neste mês infelizmente não poderá realizar a compra porque tem que cortar gastos, o que você pensa? “Eu sabia, por mais que eu me esforce eu não consigo. Devo ter dito algo que ele não gostou” ou “Tudo bem, têm meses que realmente fica difícil pra todo mundo, mas tenho certeza que no próximo ele voltará a comprar comigo”.

Quando pensamos da primeira maneira há grande probabilidade de nos sentir mos mal, o que conseqüentemente atrapalhará o desempenho até mesmo com os outros clientes. Mas, se pensarmos da segunda forma, provavelmente o fato pode até nos deixar chateados, mas não nos colocará numa posição de insegurança para executar as demais vendas. Ou seja, o que pensamos repercute diretamente nas nossas emoções e nas nossas ações.

Abaixo segue alguns exemplos de pensamentos disfuncionais e desadaptativos que devem ser combatidos:

Pensamento do tipo Tudo ou Nada

Acontece quando a pessoa tem a tendência de ver as situações em apenas duas categorias (o que chamamos de 8 ou 80). Pessoas que pensam desta forma tem muita dificuldade de visualizar um meio termo. Exemplo: “Não fiz aquela venda, logo sou um péssimo vendedor“ (se eu não for um sucesso total, então eu sou um fracasso).

Catastrofização ou Advinhação

Quando a pessoa prevê o futuro negativamente sem considerar que outros resultados são possíveis. Exemplo: “Eu ficarei tão aborrecido que não serei capaz de agir direito.” (Como sabe? Por acaso tem bola de cristal?).

Generalização exagerada

Toma um simples evento negativo e generaliza para todos os outros. Exemplo: Não fui bem em uma prova, então penso: “Nunca vou bem nas provas”

Leitura de pensamento

Antecipa o que o outro vai pensar. Exemplo: “se eu gaguejar todos vão pensar que estou ansioso”

Ditadura do “deveria”

Cria regras rígidas para si e às vezes para os outros também. Vive muito no ‘dever’, gerando culpa, decepção, vergonha e eterno julgamento de que poderia ter feito melhor. Exemplo: “Eu deveria ter me preparado melhor para a reunião.” “Não deveria ter sentado perto de Fulano.” “Deveria ter falado mais” (não adianta, o passado não volta e pensar desta forma não te permite visualizar o real do agora)

Maximização do negativo

Toma um evento negativo e o aumenta excessivamente. Exemplo: Gagueja em uma reunião, então pensa: “tenho uma péssima dicção.”

Minimização do positivo

Toma um evento positivo e o reduz. Exemplo: Tira 10 em uma prova, então pensa: “Uma simples nota 10 não significa que sou inteligente.”

Abstração seletiva ou Filtro Mental

Você presta atenção (focaliza) um detalhe negativo sem levar em conta o quadro geral. Exemplo: ao fazer uma palestra, observa que uma pessoa está dormindo, então pensa: “Todo mundo está dormindo em minha apresentação.”

Personalização

Pessoa se vê como a única responsável por tudo que acontece. Exemplo: “Meu chefe foi rude comigo porque eu fiz algo errado.”, “O computador quebrou porque eu não sei usá-lo direito.”

Ruminação

Repetição de idéias perturbadoras. Não consegue parar de pensar nos fatos ocorridos ou que vão acontecer. Exemplo: “Eu não vou conseguir, eu não vou conseguir, eu não vou conseguir.” Este tipo de pensamento pode também assumir forma de imagem mental. Exemplo: Você fica se imaginando numa situação onde tudo dá errado.


E QUAL SERÁ A SOLUÇÃO?
Primeiramente deve-se sempre avaliar a forma como se está pensando, para depois sim, poder combater os pensamentos não producentes. Ou seja, primeiro identificar o pensamento disfuncional, e depois buscar um pensamento alternativo.

Experimente, tente, exercite transformar seus pensamentos e verá como tudo mudará. Não há mágica, e sim uma explicação lógica: sentimos e nos comportamos de acordo com a forma como pensamos e interpretamos os fatos.


(Texto da Psicóloga Andrea Valente, postada no Jornal Saúde e Lazer - 04/07/2008)



Mais Informações

Gladstonia Freitas Xavier - CRP 05/40457

Tel. (21) 9387-7016

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A ARTE DE NÃO ADOECER!



Em algumas situações, viver se torna uma arte! O texto escrito pelo oncologista brasileiro e escritor Dr. Dráuzio Varella, um dos médicos mais renomados do Brasil, que é compartilhado aqui, tem o objetivo de te fazer sentir-se melhor, e de querer viver melhor.

A ARTE DE NÃO ADOECER

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer - "Tome decisões"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor"Alegria é saúde e terapia .

(Dr. Dráuzio Varella)

Aprenda a viver contente em toda e qualquer situação. Filipenses 4.11