segunda-feira, 12 de novembro de 2012


IDENTIFICANDO AS 

DIFERENÇAS ENTRE ASPERGER E AUTISMO


Síndrome de Asperger tem se diferenciado muito recentemente do autismo típico e existe pouca informação sobre o prognóstico dessas crianças. Não obstante, considera-se que, comparado com jovens com outras formas de autismo, poderão com maior probabilidade converter-se em adultos independentes, com uma vida absolutamente normal.
Frequentemente, quando são adultos, as pessoas com Asperger têm um trabalho ou profissão relacionados com suas áreas de interesse especial, podendo ser muito competentes.
ASPERGER
AUTISMO
- Coeficiente intelectual geralmente acima do normal
- Coeficiente intelectual geralmente abaixo do normal
- Normalmente o diagnóstico se realiza depois dos 3 anos
- Normalmente o diagnóstico se realiza antes dos 3 anos
- Aparecimento da linguagem em tempo normal
- Atraso no aparecimento da linguagem
- Todos são verbais
- Cerca de 25% são não-verbais
- Gramática e vocabulário acima da média
- Gramática e vocabulário limitados
- Interesse geral nas reações sociais. Desejam ter amigos e se sentem frustrados pelas suas dificuldades sociais
- Desinteresse geral nas reações sociais. Não desejam ter amigos
- Indidência de convulsões igual que o resto da população
- Um terço apresenta convulsões
- Um terço apresenta convulsões
- Desenvolvimento físico normal
- Interesses obsessivos de “alto nível”
- Nenhum interesse obsessivo de “alto nível”
- Os pais detectam problemas por volta dos dois anos e meio
- Os pais detectam problemas por volta dos 18 meses de idade
- As queixas dos pais são os problemas de linguagem, ou em socialização e conduta
- As queixas dos pais são os retardos da linguagem


Autismo é uma desordem na qual uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geralmente não desenvolve inteligência normal.
O autismo é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças. 
Sinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas.
Causas
A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).
Sintomas e diagnóstico
Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.
Sintomas de autismo em uma criança levam o médico ao diagnóstico, que é feito através da observação. Embora nenhum teste específico para autismo esteja disponível, o médico pode executar certos testes para procurar outras causas de desordem cerebral.
A maioria das crianças autistas tem desempenho intelectual desigual, assim, testar a inteligência não é uma tarefa simples. Pode ser necessário repetir os testes várias vezes. Crianças autistas normalmente se saem melhor nos itens de desempenho (habilidades motoras e espaciais) do que nos itens verbais durante testes padrão de Q.I. Acredita-se que aproximadamente 70 por cento das crianças com autismo têm algum grau de retardamento mental (Q.I. menor do que 70).
Entre 20 e 40 por cento das crianças autistas, especialmente aquelas com um Q.I. abaixo de 50, começam a ter convulsões antes da adolescência.
Algumas crianças autistas apresentam aumento dos ventrículos cerebrais que podem ser vistos na tomografia cerebral computadorizada. Em adultos com autismo, as imagens da ressonância magnética podem mostrar anormalidades cerebrais adicionais.
Uma variante do autismo, às vezes chamada de desordem desenvolvimental pervasiva de início na infância ou autismo atípico, pode ter início mais tardio, até os 12 anos de idade. Assim como a criança com autismo de início precoce, a criança com autismo atípico não desenvolve relacionamentos sociais normais e freqüentemente apresenta maneirismos bizarros e padrões anormais de fala. Essas crianças também podem ter síndrome de Tourette, doença obsessivo-compulsiva ou hiperatividade.
Assim, pode ser muito difícil para o médico diferenciar entre essas condições.
Prognóstico e tratamento
Os sintomas de autismo geralmente persistem ao longo de toda a vida.
Muitos especialistas acreditam que o prognóstico é fortemente relacionado a quanto idioma utilizável a criança adquiriu até os sete anos de idade. Crianças autistas com inteligência subnormal - por exemplo, aquelas com Q.I. abaixo de 50 em testes padrão - provavelmente irão precisar de cuidado institucional em tempo integral quando adultos.
Crianças autistas na faixa de Q.I. próximo ao normal ou mais alto, freqüentemente se beneficiam de psicoterapia e educação especial.
Fonoterapia é iniciada precocemente bem como a terapia ocupacional e a fisioterapia.
A linguagem dos sinais às vezes é utilizada para a comunicação com crianças mudas, embora seus benefícios sejam desconhecidos. Terapia comportamental pode ajudar crianças severamente autistas a se controlarem em casa e na escola. Essa terapia é útil quando uma criança autista testar a paciência de até mesmo os pais mais amorosos e os professores mais dedicados.
Lista de Checagem do Autismo
A lista serve como orientação para o diagnóstico. Como regra os indivíduos com autismo apresentam pelo menos 50% das características relacionadas. Os sintomas podem variar de intensidade ou com a idade. 
 
Dificuldade em juntar-se com outras pessoas,
Insistência com gestos idênticos, resistência a mudar de rotina,
Risos e sorrisos inapropriados,
Não temer os perigos,
Pouco contato visual,
Pequena resposta aos métodos normais de ensino,
Brinquedos muitas vezes interrompidos,
Aparente insensibilidade à dor,
Ecolalia (repetição de palavras ou frases),
Preferência por estar só; conduta reservada,
Pode não querer abraços de carinho ou pode aconchegar-se carinhosamente,
Faz girar os objetos,
Hiper ou hipo atividade física,
Aparenta angústia sem razão aparente,
Não responde às ordens verbais; atua como se fosse surdo,
Apego inapropriado a objetos,
Habilidades motoras e atividades motoras finas desiguais, e
Dificuldade em expressar suas necessidades; emprega gestos ou sinais para os objetos em vez de usar palavras.
FONTE: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?44

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Simbiose

1203702409_fPara voce entender  ou se entender melhor...

A gente costuma escutar falar de simbiose quando trata da relação mãe-bebe. Nesse momento da vida de uma criança, a simbiose é necessária pra que ela se caracterize como sujeito. A mãe faz pelo bebe, sem que nem ele mesmo saiba o que quer ou precisa, tudo que é necessário no começo de sua vida, pra que, aos poucos, ele vá aprendendo a desejar, se tornar um sujeito desejante.
Só que a simbiose não esta somente presente nesse momento de nossas vidas. Por vezes se prolonga por mais tempo que o ideal e necessário. E por vezes nunca acontece. Nos casos em que se prolonga, podemos ver aquelas relações de mães e filhos no qual um não faz algo sem pensar no outro. A mãe esquece que tem marido, coloca sempre o filho em primeiro lugar de tudo, inclusive de si mesma. Em consequencia, o filho se torna tão dependente que não aprende a fazer nada por si, e para tudo se espelha e apoia na figura da mãe, e acaba tendo grandes consequencias no seu desenvolvimento e amadurecimento, principalmente na fase adulta. Em outros casos, na falta de uma simbiose inicial, fica a dificuldade de se tornar sujeito, de se caracterizar como um ser desejante, e fica evidente uma falta que existe em todos, mas se torna muito mais dificil sem o desejo inicial.
E depois que o sujeito chega na fase adulta? Em sua maioria, os dependentes continuam dependentes, principalmente hoje em que não é vergonha depender da mãe em qualquer idade. Ou mora com os pais infinitamente, mesmo quando já tem renda própria, relacionamento íntimo, carro e idade pra dar conta de si mesmo. Ou sai da casa dos pais, mas leva a ligação, mantendo a mãe para cuidar de sua casa, de suas roupas ou de sua marmita para o trabalho. Quando isso não é possível, cria-se uma nova simbiosa. A pessoa busca um alguém para substituir a mãe na relação. Esta a namorada, ou namorado entra para respirar o mesmo ar, pra estabalecer o mesmo tipo de relação que a anterior.

Alguém consegue perceber como tudo isso é perturbador? Não parece uma doença essa dependência?
Dentro da relação simbiotica não existe um. São dois meios que fazem um, o que causa, no mínimo, alguns incomôdos. Sim, porque a relação sombiotica não é só alegria. Não há espaço pra respirar outro ar que não seja o mesmo. O diferente se torna um problema gigantesco, com proporções muito maiores do que o normal. Por isso nossos novos adultos sofrem tanto. Porque é uma geração fruto de muitas relações simbióticas. Viemos da geração pós orgulho feminista, ou seja, as mulheres largaram suas familias pra trabalhar e defender os direitos iguais, e muitas perceberam o quanto era bom ser so mãe. Essas, agarraram com unhas e dentes seus filhos, que hoje sofrem para ser adulto. E daqui só piora, porque com a desculpa dos perigos que av vida cada vez mais oferece, mais mães agarram suas crias com toda força em seus ventres. E mais simbioticos se tornam, e mais dificil fica se tornar sujeito desejante e, consequentemente, adulto.
Winnicot já dizia: boa mãe é a mae que falta. É necessário que a criança erre para aprender a aceitar. É preciso que a criança caia a primeira vez para que aprenda a se levantar. Se a mãe está sempre presente e não permite a falha, como essa criança vai aprender a se sustentar em sua próprias pernas? Se a mãe falha em falhar, o filho sofrerá sim grandes consequencias no seu desenvolvimento.

Into the wild. Este filme que tanto me chocou, e já mencionei em algum post anterior deste mês, mostra como uma pessoa precisa estar sozinha para aprender a ser humano. É sozinho que aprendemos as grandes coisas da vida. Quando vamos arranjar uma namoradinha, estamos a sós com ela. Quando vamos arranjar o primeiro emprego, a entrevista é só como chefe. Quando casamos, é só você e a esposa/marido no altar. É independente de simbioses que crescemos e desenvolvemos. Se passamos a vida substituindo nossas relações simbióticas, sofreremos por demais da conta. E quem passa por isso sabe bem do que estou falando.
O filme é o oposto ao exagero. Ele queria tanto ficar sozinho que exagerou na dose de sua solidão. E uso este exemplo porque nenhum dos extremos é bom. Estar sempre só e sem nenhuma necessidade de relacionamento também é doente, também causa danos irreversíveis ao sujeito. Mas em muitos momentos de nossas vidas, precisamos estar sozinhos, para aprender a caminhar com nossas próprias pernas, nos tornarmos UNO, para dai escolher quem caminhará ao nosso lado.
Todos devemos ser Unos e não Meios.

Por Aline Sieiro em 27/02/2008 00:12  (http://www.alinesieiro.com.br/2008/02/27/simbiose/)


terça-feira, 17 de abril de 2012

PROSSIGA SEMPRE COM SENHOR JESUS


Por mais que lhe falem da tristeza
Prossiga sorrindo
Por mais que lhe demonstrem rancor
Prossiga perdoando
Por mais que lhe tragam decepções
Prossiga confiando
Por mais que o ameacem de fracasso
Prossiga apostando na vitória
Por mais que lhe apontem erros
Prossiga com os seus acertos
Por mais que discursem sobre a ingratidão
Prossiga ajudando
Por mais que noticiem a miséria
Prossiga crendo na prosperidade
Por mais que lhe mostrem destruições
Prossiga na construção
Por mais que lhe acenem doenças
Prossiga vibrando saúde
Por mais que exibam ignorância

Prossiga exercitando sua inteligência
Por mais que o assustem com a velhice
Prossiga sentindo-se jovem
Por mais que plantem o mal
Prossiga semeando o bem
Por mais que lhe contem mentiras
Prossiga na sua verdade
Por mais difícil que lhe pareçam essas tarefas
Prossiga acreditando na capacidade que Deus lhe deu p/ cumpri-lás
PROSSIGA OLHANDO PARA.SENHOR JESUS, pois voce conquistara o que deseja teu coração.AMEM
Igreja Batista Lighthouse

quinta-feira, 28 de julho de 2011

"O SEU PENSAMENTO DETERMINA AS SUAS AÇÕES E REAÇÕES"


Como será que você está pensando? Alguma vez já parou pra pensar nisso? Será que seus pensamentos estão ajudando ou atrapalhando você? Alguns estudos metafísicos apontam que dos aproximadamente 25.000 pensamentos diários, 90% deles são negativos. E o que são pensamentos negativos? São justamente aqueles que não nos trazem nenhum benefício, muito pelo contrário, nos prejudicam. É o que chamamos na psicologia de pensamentos disfuncionais ou desadaptativos.

Mas é fácil dominarmos esses pensamentos? Não; afinal, muitos destes pensamentos são automáticos e repetitivos; e, sendo eles verdadeiros ou não, é difícil embarreirá-los.

Por exemplo, se você não fecha a venda com um cliente importante, que alega que neste mês infelizmente não poderá realizar a compra porque tem que cortar gastos, o que você pensa? “Eu sabia, por mais que eu me esforce eu não consigo. Devo ter dito algo que ele não gostou” ou “Tudo bem, têm meses que realmente fica difícil pra todo mundo, mas tenho certeza que no próximo ele voltará a comprar comigo”.

Quando pensamos da primeira maneira há grande probabilidade de nos sentir mos mal, o que conseqüentemente atrapalhará o desempenho até mesmo com os outros clientes. Mas, se pensarmos da segunda forma, provavelmente o fato pode até nos deixar chateados, mas não nos colocará numa posição de insegurança para executar as demais vendas. Ou seja, o que pensamos repercute diretamente nas nossas emoções e nas nossas ações.

Abaixo segue alguns exemplos de pensamentos disfuncionais e desadaptativos que devem ser combatidos:

Pensamento do tipo Tudo ou Nada

Acontece quando a pessoa tem a tendência de ver as situações em apenas duas categorias (o que chamamos de 8 ou 80). Pessoas que pensam desta forma tem muita dificuldade de visualizar um meio termo. Exemplo: “Não fiz aquela venda, logo sou um péssimo vendedor“ (se eu não for um sucesso total, então eu sou um fracasso).

Catastrofização ou Advinhação

Quando a pessoa prevê o futuro negativamente sem considerar que outros resultados são possíveis. Exemplo: “Eu ficarei tão aborrecido que não serei capaz de agir direito.” (Como sabe? Por acaso tem bola de cristal?).

Generalização exagerada

Toma um simples evento negativo e generaliza para todos os outros. Exemplo: Não fui bem em uma prova, então penso: “Nunca vou bem nas provas”

Leitura de pensamento

Antecipa o que o outro vai pensar. Exemplo: “se eu gaguejar todos vão pensar que estou ansioso”

Ditadura do “deveria”

Cria regras rígidas para si e às vezes para os outros também. Vive muito no ‘dever’, gerando culpa, decepção, vergonha e eterno julgamento de que poderia ter feito melhor. Exemplo: “Eu deveria ter me preparado melhor para a reunião.” “Não deveria ter sentado perto de Fulano.” “Deveria ter falado mais” (não adianta, o passado não volta e pensar desta forma não te permite visualizar o real do agora)

Maximização do negativo

Toma um evento negativo e o aumenta excessivamente. Exemplo: Gagueja em uma reunião, então pensa: “tenho uma péssima dicção.”

Minimização do positivo

Toma um evento positivo e o reduz. Exemplo: Tira 10 em uma prova, então pensa: “Uma simples nota 10 não significa que sou inteligente.”

Abstração seletiva ou Filtro Mental

Você presta atenção (focaliza) um detalhe negativo sem levar em conta o quadro geral. Exemplo: ao fazer uma palestra, observa que uma pessoa está dormindo, então pensa: “Todo mundo está dormindo em minha apresentação.”

Personalização

Pessoa se vê como a única responsável por tudo que acontece. Exemplo: “Meu chefe foi rude comigo porque eu fiz algo errado.”, “O computador quebrou porque eu não sei usá-lo direito.”

Ruminação

Repetição de idéias perturbadoras. Não consegue parar de pensar nos fatos ocorridos ou que vão acontecer. Exemplo: “Eu não vou conseguir, eu não vou conseguir, eu não vou conseguir.” Este tipo de pensamento pode também assumir forma de imagem mental. Exemplo: Você fica se imaginando numa situação onde tudo dá errado.


E QUAL SERÁ A SOLUÇÃO?
Primeiramente deve-se sempre avaliar a forma como se está pensando, para depois sim, poder combater os pensamentos não producentes. Ou seja, primeiro identificar o pensamento disfuncional, e depois buscar um pensamento alternativo.

Experimente, tente, exercite transformar seus pensamentos e verá como tudo mudará. Não há mágica, e sim uma explicação lógica: sentimos e nos comportamos de acordo com a forma como pensamos e interpretamos os fatos.


(Texto da Psicóloga Andrea Valente, postada no Jornal Saúde e Lazer - 04/07/2008)



Mais Informações

Gladstonia Freitas Xavier - CRP 05/40457

Tel. (21) 9387-7016

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A ARTE DE NÃO ADOECER!



Em algumas situações, viver se torna uma arte! O texto escrito pelo oncologista brasileiro e escritor Dr. Dráuzio Varella, um dos médicos mais renomados do Brasil, que é compartilhado aqui, tem o objetivo de te fazer sentir-se melhor, e de querer viver melhor.

A ARTE DE NÃO ADOECER

Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.

Se não quiser adoecer - "Tome decisões"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.

Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor"Alegria é saúde e terapia .

(Dr. Dráuzio Varella)

Aprenda a viver contente em toda e qualquer situação. Filipenses 4.11

quinta-feira, 21 de abril de 2011

EDUCANDO FILHOS SAUDAVEIS


Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba
Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.

1º- lugar: Sigmund Freud; 2º- lugar: Gustav Jung; 3º- lugar: Içami Tiba.

1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite.. Nunca.

18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles.. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.


Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia...

(O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior. )

sábado, 2 de abril de 2011

TESTE PSICOLÓGICO PARA SINDROME DO PÂNICO

Este teste psicológico ajuda a medir sua ansiedade e pode contribuir para você conhecer os estágios de ansiedade que você se encontra e caso tenha um resultado que identifique alto grau de ansiedade você pode procurar um profissional para uma avaliação mais apurada e esclarecer o porquê isso pode estar ocorrendo.

Neste teste de psicologia utilize o questionário abaixo para ajudá-lo a determinar se você pode precisar ver um profissional da saúde mental para o diagnóstico e um tratamento de ansiedade ou transtorno do pânico.

Este é um teste psicológico para ajudar a determinar se voce pode ter um transtorno de ansiedade e se pelo resultado deste teste psicológico voce deve buscar ajuda de um profissional

Este teste psicológico não se destina a fazer um diagnóstico de um transtorno de ansiedade ou tomar o lugar de um diagnóstico profissional ou de uma consulta com um especialista.

Tente responder o teste abaixo de forma mais sincera e precisa, de forma completa e que mais represente sua realidade.


Pense sobre como você se sentiu ao longo dos últimos meses.

Escolha a resposta que indica como você tem percebido a ocorrências destes sintomas de ansiedade durante esse período:

Teste para Ansiedade e para Síndrome do Pânico

Normalmente

Frequentemente

Às vezes

Raramente

Nunca

Taquicardia

Muito Suor

Tremor ou agitação

Falta de ar

Medo

Dor no peito

Normalmente

Frequentemente

Às vezes

Raramente

Nunca

Náuseas

Tontura

Medo de perder o controle

Dormência ou formigamento

Calafrios ou onda de calor

Medo de morrer

Normalmente

Frequentemente

Às vezes

Raramente

Nunca

Preocupação persistente

Sensação de asfixia

Incapacidade de relaxar

Sensação de irrealidade

Nervoso

Sentimento de insegurança

Normalmente

Frequentemente

Às vezes

Raramente

Nunca

Irritação e dificuldade para dormir

Tremor nas mãos

Evitação de enfrentamento de situações

Desmaio

Voce após marcar as alternativas que corresponde à sua escolha e à sua realidade pode transferir estes dados para o site original que contém a tabulação automática. O resultado será calculado pelo site e fornecerá sua pontuação com as devidas descrições.

Este site original está em inglês e por isso acima voce teve a tradução de cada alternativa. Transfira agora para o site: http://psychcentral.com/quizzes/anxiety.htm e descubra o resultado do seu teste.

Se o seu total foi de 0 a 5 = não tem ansiedade

Se o seu total foi de 6 a 22 = ligeira ou pouca ansiedade

Se o seu total foi de 23 a 37 = ansiedade moderada

Se o seu total foi acima de 38 = ansiedade em grau alto ou elevada ansiedade


Reconhecendo suas necessidades procure ajuda de um profissional.


MAIS INFORMAÇÕES SITE: http://www.psicologiananet.com.br/teste-para-ansiedade-teste-psicologico-%E2%80%93-teste-para-transtorno-do-panico/1032/